Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero
  • 19 de agosto: Dia Nacional do Orgulho Lésbico

    Publicado em 19/08/2019 às 15:05

     

     

     

     


  • Grupo Refletindo Masculinidades inicia suas atividades no segundo semestre!

    Publicado em 16/08/2019 às 13:15

    O Grupo Refletindo Masculinidades tem reunido desde 2018 estudantes e servidores dos mais diversos cursos. Tem como objetivo refletir sobre como é construída e vivenciada a(s) masculinidade(s) em nossa sociedade. Os temas, escolhidos pelos próprios membros, já perpassaram por: amizade e rivalidade entre homens, mercado de trabalho, paternidade, violências, saúde do homem, privilégios, sexualidade e outros. O grupo tem se mantido e aprofundado suas temáticas a cada semestre.

    PARTICIPE. O GRUPO É QUINZENAL E ABERTO. VOCÊ PODE COMEÇAR A PARTICIPAR A QUALQUER MOMENTO!

    A atividade é organizada pelos psicólogos da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Combate à violência de Gênero (CDGEN), da Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidade (SAAD) da UFSC.

    Venha refletir coletivamente sobre as relações entre masculinidade, personalidade, saúde e violência.

    Uma vida sem violência é possível!


  • Cartilha: Mapa da violência contra mulher 2018

    Publicado em 14/08/2019 às 14:29

    Cartilha informativa elaborada pela Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres da Câmara dos Deputados que apresenta através de ilustrações, mapas, gráficos, os dados referentes a violência contra a mulher no Brasil no ano de 2018, percorrendo 5 temas: estupro, violência doméstica, feminicídio, violência online e importunação sexual. O material traz as informações de ocorrência dos crimes em cada Estado, relação do agressor com a vitima, as disposições nas leis e informações de auxilio na procura de ajuda adequada. A CARTILHA PODE SER CONFERIDA AQUI.

     

     


  • Mesa-redonda : Violência contra a mulher na UFSC – rede de apoio e aspectos jurídicos

    Publicado em 08/08/2019 às 11:18

    No dia 15 de agosto de 2019 (19h), no auditório da reitoria 1 da UFSC, a Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD), por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN), promoverá  uma mesa-redonda para discutir os aspectos jurídicos relativos à violência contra a mulher, mas, também, a rede de apoio às mulheres que sofrem violência na UFSC. Foram convidados alguns atores que atuam diretamente com a temática – conforme cartaz abaixo. Participe conosco desse debate!

     


  • Exposição “Do que você se orgulha?”

    Publicado em 27/06/2019 às 15:31

    Este ano comemoramos 50 anos de Luta. 50 anos de Stonewall. E por isso convidamos você a vir conhecer nossa exposição “Do que você se Orgulha?”!
    Ah mas você não sabe o que foi Stonewall? Então vem aprender e conversar com a gente sobre essa luta que marca o dia internacional do orgulho LGBTQIA+, dia 28 de junho.
    A exposição está acontecendo no hall da Reitoria 1 da UFSC durante toda essa semana, contando com as bandeiras dos movimentos LGBTQIA+ e suas explicações, e recados da comunidade LGBTQIA+ (enquete realizada pela La Kahlo Bodega e 8M Brasil – SC ).
    Venha comemorar e mostrar por que você se Orgulha de você ou de seus amigues!

    Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/317380665805857/

     


  • Cartilha: Eu Existo – alteração do registro civil para pessoas trans

    Publicado em 17/06/2019 às 17:34

    Em 2018, com a decisão do Supremo Tribunal Federal e as normativas do Conselho Nacional de Justiça, a população Trans brasileira conquistou o direito de ratificar o prenome e sexo/gênero da documentação diretamente no cartório, sem a necessidade de passar pela via judicial, mas muitas pessoas ainda possuem dúvidas de como realizar o procedimento no cartório e do que fazer quando o cartório dificultar a mudança, já que não existe uma normativa nacional orientando os cartórios em como realizar a mudança de nome, o quanto cobrar, e outras especificidades.
    Frente a isso, em 2018 a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e o Instituto Prios de Políticas Públicas e Direitos Humanos, no projeto Eu Existo, lançaram a cartilha “Eu Existo – alteração do registro civil para pessoas trans”
    Na cartilha você pode encontrar algumas orientações básicas para a alteração do nome civil em cartório, os documentos necessários, onde reclamar quando o cartório não cumprir com seu dever, e inclusive modelo de pedido de gratuidade de custas do cartório.

    Confira a cartilha no link: http://bit.ly/CARTILHA-ANTRA


  • Atendimentos em 2018

    Publicado em 02/06/2019 às 21:13


  • Inscrição para Minicurso: Direitos Humanos e Diversidade Sexual

    Publicado em 16/05/2019 às 16:48

    Realize sua inscrição no minicurso: Direitos Humanos e Diversidade, que será realizado no dia 23 de maio de 2019 às 14h, encaminhando email com nome completo e CPF para: cdgen.saad@contato.ufsc.br.

     

    Até lá!


  • Inscrição para Extravazza: Oficina de Defesa Pessoal para População LGBTIQ+

    Publicado em 16/05/2019 às 16:43

    Realize sua inscrição para Oficina clicando no link abaixo:

    https://docs.google.com/forms/d/1ieerZII_-lc8ItEoqugOU75Ht30Um72NdqbyPkZekHY/prefill

    Até lá!


  • Nota de Pesar

    Publicado em 15/05/2019 às 19:50

    É com pesar que comunicamos que Renata Rebello, 58 anos, travesti e estudante de filosofia desde 2017, faleceu às 12:50h deste domingo (12), após sofrer derrame cerebral isquêmico. Renata nos deixou após dias internada no hospital. O enterro será amanhã, na terça-feira (14), no Cemitério Municipal Itacorubi, São Francisco de Assis, na Rua Pastor William Richard Schisler Filho, 452 – Itacorubi.

    Será feito um memorial para que a família e os amigos possam se despedir e fazê-la uma última homenagem. Para Renata, seus colegas de curso eram de grande importância. Segundo amigos próximos, ela os consideravam como família – que ela deixou de ter após sua transição de gênero.

    Com filho, mulher e família, durante 40 anos ela resolveu esconder-se e não fazer sua transição para mulher. Nascida numa sociedade ancorada em uma cultura conservadora à nível mundial, Renata sofreu sozinha parte de sua vida particularmente devido ao regime ditatorial brasileiro.

    “Durante o ensino médio minha libido explodiu. Resolvi ir a uma boate gay. Comprei roupas de menina, raspei os pelos do corpo, bebi uísque com comprimidos. Passei a noite dançando e desfilando, feliz, embriagada, sem qualquer autocensura. No dia seguinte, arrependimento profundo. Algum tempo depois, durante minha segunda jornada pelas ruas vestida de menina, fui cercada por vários rapazes. Encheram-me de socos e pontapés. Não havia onde denunciar a agressão. Se eu fosse até a delegacia mais próxima, teria apanhado pela segunda vez. Estávamos sob ditadura militar. “Toma! Aprende a ser homem!”, diziam os rapazes, enquanto ensopavam minha cara de sangue. Não cheguei a aprender a ser homem. Mas desisti de ser travesti”, escreveu ela em seu blog próprio em 2017.

    Há 18 anos, ela resolveu assumir a Renata que existia dentro de si. Renata, pois, significa renascimento, dizia ela. Saiu da sua cidade natal, passou por São Paulo e Salvador e chegou a Florianópolis, onde resolveu cursar filosofia aos 56 anos.

    A CDGEN/SAAD e NETRANS, juntamente com o Centro Acadêmico de Filosofia, em nome de todos os seus colegas e amigos de curso, sente muito por essa perda. Nos solidarizamos e prestamos nossa homenagem.

    P.S.: Texto escrito pelo Centro Acadêmico de Filosofia.